Entidades e Papéis

O Grande Recife Consórcio de Transporte foi criado formalmente, no dia 08 de setembro de 2008, após a extinção da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU/Recife). É a primeira experiência de consórcio no setor de transporte de passageiros em todo o País.

A criação do Grande Recife só foi possível graças à Lei Federal nº 11.107, de abril de 2005, que dispõe sobre normas gerais para a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios constituírem consórcios públicos para a realização de objetivos de interesse comum.

É a primeira experiência de consórcio metropolitano estabelecida no país que é gerida pelo Estado. Nela, os municípios compartilham as responsabilidades e auxiliam o governo estadual com a gestão plena e associada do Sistema de Transporte Público de Passageiros da Região Metropolitana de Recife (STPP/RMR).


Além de auxiliar o Estado na gestão consorciada do transporte público, os municípios também são responsáveis pelo monitoramento, controle e fiscalização do trânsito e do transporte nas cidades que formam a Região Metropolitana do Recife. Na capital, existe, desde 2000, a Companhia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU), que faz parte da Administração Indireta Municipal (Recife).

Compete à autarquia de trânsito também o gerenciamento e fiscalização do Sistema Municipal de Transporte Público de Passageiros, que é explorado sob a forma de permissão ou autorização nos modais de táxi, transporte complementar (linhas interbairros e alimentadoras) e transporte escolar. Também faz parte da responsabilidade da CTTU a realização de estudos e projetos para a melhoria da mobilidade urbana e de educação para o trânsito.


O Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros no Estado de Pernambuco foi criado no dia 14 de julho de 1944, data de sua Carta Sindical. Uma evolução da antiga Associação Profissional das Empresas de Transportes de Passageiros de Pernambuco, o Sindicato nascia com objetivo de formar um colegiado apto a coordenar ações, debater os desafios do setor, planejar e realizar interface com o poder público no que refere ao encaminhamento de reivindicações dos usuários e empresas que prestavam serviços de transporte coletivo. Em 2009, o Setrans decide mudar a marca e o nome. Nasce, assim, a Urbana-PE.